O que me soube melhor, foi a troca de roupa. O poder ter tirado todo aquele peso de cima de mim. Todas aquelas camadas que escondiam tantos assuntos não resolvidos. Resolvi deixar a ferida cicatrizar sozinha, resolvi deixá-la para lá. Sinto-me verdadeiramente livre, livre no sentido mais literal da palavra. Como tinha prometido a mim mesma, voltei de cara lavada, com um novo começo, e com (mais) uma página virada. Tenho agora todo um capítulo, pela frente, que me cabe a mim escrever. Cheira-me a novo e, ah, como eu adoro o cheiro de novo, de fresco, de desconhecido ainda por explorar. Estou com vontade de tomar a vida, pegá-la "pelos cornos" e espremer o que de melhor ela tem para me dar. E sei que ela tem ainda muitas mais coisas fantásticas para me dar, para além das que já tem dado. Estive em contacto com as minhas origens e voltei com uma percepção diferente... de mim mesma, do que me rodeia, e com um melhor discernimento daquilo que é importante e do que não é, daquilo que vale a pena e daquilo que não vale.Voltei uma pessoa melhor e a conhecer-me melhor. Estou a redescobrir-me, e este é um processo realmente maravilhoso.
Crença. Crença, segundo a Infopédia, dá pela definição de:
Crença
(nome feminino) 1. ato de crer 2. atitude de espírito que admite, em grau variável (certeza, convicção, opinião), uma coisa como verdadeira 3. confiança 4. opinião adotada com fé e convicção
crença
(...)
Estou em crer que tudo aquilo em que cremos, são apenas crenças, e que toda a realidade que experienciamos, é 100% criada por nós de forma subjectiva e baseada em crenças. Vivemos aquilo em que acreditamos, somos aquilo em que acreditamos, criamos aquilo em que acreditamos. O mundo, os outros, e nós próprios, e a forma como os vemos, e as suas interligações, a forma como as coisas à nossa volta funcionam, são assim porque acreditamos que elas são assim. E quanto mais acreditarmo que elas são assim, mais elas realmente são assim; e quanto mais elas realmente forem assim, mais acreditamos que sejam assim, e é sempre um ciclo vicioso. Chegar a esta conclusão não foi difícil. Aliás, a velha pergunta do "e se uma árvore caísse no meio de uma floresta mas ninguém a ouvisse ou visse, será que tinha mesmo caído?" já levanta a questão de se, de facto, o mundo existe porque nós o percepcionamos e, logo, criamos, ou não. Mas o objectivo deste texto não será esmiuçar a filosofia por detrás do sentido epistemológico do sentido das coisas nem da existência. Isso seria muito cansativo para mim agora, e já são mais do que horas de ir dormir. O objectivo deste texto é partilhar uma lição valiosíssima que tenho vindo a aprender com o tempo, que tem mudado a minha vida - para melhor - e me tem permitido sobreviver neste mundo onde eu sinto que muitas vezes sou a louca por fugir à "distribuição normal". Essa lição pode ser resumida numa frase: Eu sou aquilo em que Acredito. Aquilo que eu acredito que sou, pode depender do que os outros acreditam que eu seja. E na maior parte das vezes, é isso que acontece. Mas uma pessoa que vá mais a fundo na questão e tenha um olhar mais profundo, facilmente chega à conclusão do quão fácil é manipular aquilo que somos ao manipularmos aquilo em que cremos ser. E está nas nossas mãos deixar ou não que muitas crenças limitadoras que temos acerca de nós próprios dominem a nossa vida. Em termos menos abstractos: eu acabo por ser, fazer, comportar-me e agir de acordo com aquilo que eu acredito que eu sou, e como eu acredito que os outros me percepcionam; se essas crenças forem más, desmoralizadoras, incapacitantes, "eu não sou capaz disto", "eu sou péssima nisto", "os outros são melhores que eu nisto", vai ser sempre impossível superar as coisas menos boas que surgem, e porque esses eventos menos bons reforçam as crenças menos boas, acaba por se formar um ciclo vicioso em que começamos a acreditar que as coisas são assim porque sim, porque são, e que nada podemos fazer para mudá-las, para nos tornarmos pessoas melhores, para podermos dizer "eu adoro-me porque sou uma pessoa espectacular e qualquer pessoa teria orgulho em conhecer-me bem". A nossa mente inconsciente não é muito inteligente e não tem espírito crítico absolutamente nenhum. Ela acredita em tudo o que lhe dizemos. Se tivermos, constantemente, a dizer para nós próprios que não somos bons o suficiente, que os outros são melhores que nós, que somos exigentes demais connosco mesmos, perfeccionistas, que temos esta e aquela característica que "é um problema", que não somos capazes, que temos este e aquele defeito... que nunca nada está bem, ela vai acreditar, ela vai acreditar nisso sem duvidar uma só vez, sem pensar duas vezes, porque ela não pensa, ela é inconsciente, é cega, ela só acredita sem pôr nada em causa! Não só vai acreditar, como vai agir de acordo com isso! Há pessoas que me acham arrogante e convencida (ou talvez o achem porque eu tenho esta crença limitadora de que as pessoas me possam achar como sendo assim - but, oh well...), mas eu acho-me uma pessoa fantástica. A sério. Eu acho-me uma pessoa espectacular, bonita por dentro e por fora, de valor, que vale a pena conhecer, interessante, e acho que quem tem a sorte de me conhecer bem, o sabe, e que poucas pessoas no mundo são merecedoras do meu verdadeiro Eu. O meu discurso interior roda sempre à volta disto, e sempre que tenho um pensamento mais desmoralizador, como "ah, eu não sou muito boa nisto", identifico logo e substituo essa expressão por outra como "mas porque é que eu não sou boa nisto? mas porque é que eu não hei-de ser boa nisto? porque não posso melhorar?". Tenho o exemplo clássico da matemática; sempre foi um bicho de sete cabeças, sempre achei que era péssima, que era burra para os números, que o meu jeito era para letras; até podia ter uma certa razão, mas essa crença desmoralizadora acerca de mim mesma dominou-me durante anos e deu-me muitos problemas a nível escolar... rios de dinheiro gastos em explicações, mas para quê? por muita ajuda que eu tivesse, eu continuava a achar que era péssima naquilo, e por acreditar nisso, nem sequer me esforçava, nem sequer dava uma para a caixa, fazia o mínimo para passar e me ver livre daquilo. Hoje descobri que afinal não sou assim tão má a matemática e podia ter tido um percurso escolar bem mais famoso nessa área! Tenho um raciocínio lógico bastante apurado, se me esforçar consigo chegar lá, e consigo compreender as coisas - apercebi-me disto, este ano,e porquê? Bom, err...porque tenho mesmo que acabar umas cadeiras de Estatística que deixei pendentes, e também porque...deixei de acreditar que sou péssima! É que não sou! Isto pode parecer um exemplo muito básico, mas aplica-se ao meu argumento inicial: as crenças que temos acerca de nós mesmos, têm um grande impacto na forma como vivemos, como nos relacionamos, como nos sentimos, comportamos, somos! Para chegar a estas conclusões, precisei de ir a psicólogos, precisei ler muito (confesso: alguns livros de auto-ajuda), tentar compreender o mundo à minha volta, precisei escrever muito, pensar muito, viajar muito, experienciar muito, e conhecer outros pontos de vista, de outras pessoas, integrá-los com o meu, tirar o que achava de melhor, crescer muito. Estou longe de ser perfeita ou de saber tudo, mas sinto-me cada vez mais em sintonia, e com uma compreensão acima do normal, ou pelo menos um olhar mais crítico. Descobri, finalmente, que ao acreditar que realmente sou uma pessoa que vale a pena, as outras pessoas começaram a ver-me dessa forma também. Há uns anos atrás, eu era o total oposto: pensava muito mal de mim mesma, tinha crenças desmoralizadoras em tudo, era gozada na escola, tinha baixa auto-estima, e por isso, só atraia coisas iguais a isso. Hoje, sei que atraio coisas boas, as coisas, os eventos e as pessoas boas continuam a aparecer na minha vida, quantas vezes eu não levo as mãos ao céu e penso "obrigada, obrigada vida, por me teres dado oportunidades tão boas, por teres colocado pessoas únicas no meu caminho, sem as quais eu não viveria, que me abriram os olhos a tantos níveis, com as quais eu tenho um nível de entendimento superior e fora do normal e que finalmente compreendem a minha invulgaridade, algo que nem toda a gente compreende", mas isto tudo, fui eu que atraí, fui eu que chamei, no dia em que decidi deixar de pensar mal de mim mesma ou ter crenças falsas e desmoralizadoras acerca de mim mesma. Hoje, sei que atraio pessoas interessantes, pessoas que me admiram, pessoas que eu admiro, pessoas que se
interessam por mim, as pessoas tendem a gostar de mim e a dar-se bem
comigo e até a admirar-me pelo que sou, e o que sou eu? Aquilo em q acredito! As pessoas gostam de
mim por eu ser essa Cláudia que acredito que sou, e que na realidade sou, porque assim o acredito! Só quando eu me apercebi de como sou boa pessoa, as outras pessoas começaram a ver como eu sou boa pessoa. e tenho hoje colegas da escola secundária que gozavam comigo, hoje lêem o meu blog, dizem que escrevo bem, e enviam-me mensagens de parabéns.
Nem sempre é fácil pensar desta forma... quantas vezes eu não desmoralizo, vou-me abaixo, fico a pensar mal de tudo e de todos mas principalmente, de mim mesma. Não interessa. Esses momentos, também eles, servem uma função: a de dar valor, e de me lembrar de substituir essas crenças desmoralizadoras, por crenças motivadoras; de substituir "ai isto é tão difícil" por "não é fácil, mas um dia hei-de lá chegar"; substituir o "se eu fosse rica" por "quando eu for rica"; substituir o "se passar a esta cadeira já fico feliz" com "este é o último ano, vou acabar estas cadeiras". Expressões pequenas e quotidianas mas que podem fazer toda a diferença.
This is going to be a new and fresh beginning. I'm wearing a winter coat and my spirit and my mind are tired of the cold and rainy days. On the other hand, my luggage is filled with summer clothes and an open spirit to whatever comes from now on. The bag is almost empty, I don't need anything except myself and my colorful light clothes. The rest is space where I put all my frustrations. All my oppressed feelings, unexpressed emotions, so many things that were left to say. I am going to take them with me, but I'll be back without any of them. Instead, I'm bringing a beginning. A fresh and new beginning. One that will be my new best friend for a long time. One that makes me think "It smells like new to me. Again. yes!".
I cannot stop thinking how funny it is that I just keep coming and going. Just like the sign I tatooed in the back of my neck. I have so many different places, cities and countries, where I feel at home, where I can go and say "I feel home, and this is a new page, a blank page, a page I can fill in with whatever, absolutely and literally, whatever I please".
But despite where I go, I always come to the same place, the only place, the eternal place, the place where I am myself, where I meet with myself and get in touch with it. It's not a physical place, is a spiritual place. The place I keep coming (and going) to.
I can't put to words how much of myself I have been discovering since...I don't even remember how long it has been since it all started. How much of a new person I created, lived, embodied, how much of a different person I am today; different from myself in other points in time, different from everybody else in the world. I can't even identify a precise moment when this started to happen since it was so much, I eventually lose myself and don't know where it started, much less where it is going to "end". Sometimes it is so overwhelming, I don't even know myself anymore. I totally lose contact with reality, entering a different world, live apart and aside of everything, let life pass me by but, at the same time, live it at its most, the most of all mosts, the most happier, the most in love, the most passionate, the most depressed, the most paranoid, the most hectic, the most intense way ever of feeling whatever I'm feeling at that moment. Confusing? Yes, so much!!! I never felt so confused, in such a sure way (paradoxes...) as I feel now.
This is a definition moment. A moment in which I'm realizing what type of a person I am now, what type of a person I was before, I have been, how I developed and progressed into what I am today, and how I am still going to progress into what I'll become tomorrow. Sometimes, the reality-checks cause some pain and confusion, but in the end, there's no reason to be afraid. I know I just have to take life as it comes, and make it mine, all mine. I'm going through a self-realization, self-discovery, transition path, a kind of a metamorphose.
There's one precious thing I learned with all of this: to never stop learning and to never think we learned enough or everything that there was to learn. Never. We start learning from the beggining of the road, but we learn so much more when we reach the other edge of the road.We learn so much when something new and exciting and different from everything we ever lived starts, but we learn so much more by the time that something new becomes used, common, normal, boring, causing pain, not exciting anymore. And then you know, it's time to move on. And that moving on makes you learn so much more than what it already had taught you while you lived it. At its absolute fullest, to the most intensive way, one can ever experience anything.
So, yes, I am going. But I'm coming back. And when I do, I'll bring a new and fresh start with me. It's a promise I make to myself.
And now, let's listen to the song....
"It's like I've fallen out of bed from a long and weary dream The sweetest flowered fruits are hanging from the trees Falling off a giant bird that's been carrying me It's like I've fallen out of bed from a long and weary dream Just exactly as I remember Every word, every gesture I've my heart in my mouth Falling off a giant bird that's been carrying me Finally I'm free of all the weight I've been carrying"
às vezes tenho ideias e quando as verbalizo e as partilho, algumas pessoas dizem-me "isso vai ser difícil"; "isso provavelmente vai ser complicado"; "isso não vai ser fácil"; "vê lá no que te vais meter"; "isso é uma loucura"; ou "Boa sorte nisso" com um ligeiro tom de sarcasmo que eu, com o tempo, aprendi a identificar melhor.
mas quem disse que eu quero o fácil? quem disse que quero a papinha toda feita? Pelo contrário, cada vez me apercebo mais da importância de, e quero mais, perseguir as coisas difíceis, para aprender a lidar com elas, a crescer com elas e poder dizer que já passei por essas coisas.
E, já agora, porque gosto de desafios, sobretudo desafios a mim própria, um bocadinho de excitement, aquele excitement que sempre procuro e sem o qual não vivo.
O mundo não pára, e as horas não deixam de passar. Um dia é sempre tão longo em toda a sua infinidade de tempo, é o tempo que o tempo tem, que é todo o tempo do mundo, mas tão efémero, como se os dias estivessem a correr atrás uns dos outros, como se o hoje tivesse pressa de passar para ser amanhã, porque amanhãs haverá sempre, os amanhãs são o nosso infinito indefinido.
Hoje aprendi a nunca dar nada como certo ou garantido. Que as coisas vão e vêm, mesmo quando acreditámos, com todas as nossas forças, com toda a nossa fé, que elas tinham vindo para ficar. Aprendi que a vida é feita de coisas dicotómicas: de quente ou de frio, de presença ou de ausência, de luz ou de escuridão, e que precisamos experienciar um dos pólos para dar valor ao outro. Que depois de uma página virada, há sempre uma página nova por virar, e sempre algo de novo para viver e aprender. Que depois dos encontros, vêm sempre as despedidas; que depois das chegadas, vêm sempre as partidas. E que nem sempre uma fase de inconstabilidade constante, de mudanças intensas e avassaladores tenham de significar algo de negativo; pelo contrário estas têm-me trazido experiências, oportunidades, modos diferentes de olhar para, estar e viver a vida, têm-me aberto portas que nunca pensei nem sequer considerei abrir. Mudanças que me fazem ser feliz ou que me fazem sofrer, mas que, acima de tudo, me fazem saber que se sinto as coisas desta forma, é porque estou viva. Têm colocado em causa questões profundas relacionadas com a minha forma de estar na vida, e o que, afinal, quero dela, diria mesmo que tenho revisto muitas e muitas vezes o meu auto-conceito e mexido muito com emoções complicadas, mas que fazem falta, e que é preciso, trabalhar nelas, lidar com elas, aprender a viver com elas, quase como que tratá-las por tu. Têm-me feito viver intensamente, e ao mesmo tempo reflectir no significado de tudo o que me rodeia, têm-me ajudado a confrontar-me comigo própria, aconhecer-me e a escutar-me a mim mesma cada vez melhor.
Aos poucos, sinto-me a libertar-me de mim mesma ao perceber que, afinal, não tenho qualquer obrigação para quem quer que seja sem ser eu mesma, sem ser ir atrás do que quero, do que me chama, daquilo em que acredito; aos poucos vou-me libertando da constante sensação que por vezes me invade, de ter de corresponder a expectativas alheias, de manter uma determinada imagem ou até mesmo de esconder coisas que gosto de fazer, porque são socialmente desaprovadas. Ou de tentar fazer gostar de mim, quem não gosta de mim.
Vou-me libertando, porque me apercebo de que sou tudo, que posso ser tudo, que quero ser tudo, e que tenho potencial para ser tudo. E que quero viver tudo e ainda um pouco mais. E que vou sempre querer mais além daquilo que está no meu campo de visão, ao meu alcance. Sei que o meu alcance nunca vai parar de alcançar algo mais, ou de querer que assim seja. E que nada disto é algum crime, ou algum pecado, que tudo isso me é perfeitamente legítimo e que estou no meu direito de usufruir da minha vida da forma que quero e que acho ser a correcta para mim.
Nunca quero deixar de crescer, é demasiado maravilhoso. Não quero mais cair no erro de dizer que já passei por tantas mudanças, que agora tudo vai estagnar. Apercebi-me de que nunca há, realmente, uma forma de prever ou controlar as mudanças que nos trás o destino. O que determina o curso da nossa vida, isso sim, é a forma como lidamos com essas mudanças, como nos adaptamos, se sabemos ver as oportunidades que se escondem por detrás dessas mudanças, para sempre ser uma pessoa melhor do que a que éramos ontem.
Não sou fatalista nem acho que estejamos pre-destinados a algo específico. Mas sei que o Universo tem a sua forma de organizar as coisas. De organizar todos os segundos que passam e todos os significados associados, destinos, e consequências possíveis resultantes de cada um desses segundos. Acredito que tudo acaba por acontecer por uma razão, numa certa ordem, e que geralmente, as coisas acontecem para um bem maior e melhor, mesmo quando, no momento, não nos pareça que sejam boas, mais tarde acabamos por nos aperceber que foi o melhor que podia ter acontecido. Estou mais do que grata por ter tido oportunidade e acesso a pessoas, coisas, situações, circunstâncias de vida, experiências, que tanto me fizeram crescer, que tanto me ensinaram a olhar melhor para dentro e para fora, que me ensinaram a saber identificar uma oportunidade de progredir quando a vejo à minha frente. Mesmo quando as coisas acabam, mudam ou recomeçam, é sempre importante sentir-me previligiada por ter tido oportunidade de o viver, e lembrar-me de que há sempre, sempre, um novo amanhã, e um novo nascer-do-sol. E vai sempre, sempre, ficar tudo bem, onde devia e como devia estar.
(In the end), Everything is in its Right Place.
E eu, estou tão, tão, tão satisfeita comigo mesma por estar a sentir-me a crescer por dentro, de uma forma que quase se manifesta fisicamente
Tinha de tentar. Tinha de tentar, pelo menos uma vez, antes de desistir. Tinha de tentar, e tentei o que tinha a tentar. Agora, tenho apenas todo um oceano, infinito, à minha frente. Apenas, mas chega, e é tudo o que preciso agora.